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Caderno B Sexta-feira, 05 de Julho de 2024, 08:36 - A | A

05 de Julho de 2024, 08h:36 - A | A

Caderno B / VITRINE

Boa colheita

Após “Renascer”, Evaldo Macarrão chega ao enredo de “No Rancho Fundo”



por Caroline Borges TV Press                

A internet e as redes sociais têm catapultado os mais diversos nomes para a fama e relevância comercial. Ainda assim, a força da tevê aberta segue quase inabalável. Evaldo Macarrão, que participou apenas da curta primeira fase de “Renascer”, é a prova mais recente do poder da televisão. O ator não precisou aparecer diante do vídeo por longos seis meses para emplacar novos projetos. As duas semanas iniciais da novela das nove renderam um convite imediato para “No Rancho Fundo”, em que vive recém-chegado comerciante Tôim Feitosa. “Esse projeto é a continuidade do que foi ‘Renascer’. Terminando ‘Renascer’ e chegando ‘No Rancho Fundo’, é a aliança da minha alegria! E o que me atraiu foi a poesia do texto, a imagem, o cenário e os personagens… Isso tem me levado para a novela de uma forma muito encantadora, me sinto cada vez mais fascinado e com muita vontade de gravar com os meus colegas que estão brilhando muito”, vibra.                

Na trama de Mario Teixeira, dirigida por Allan Fiterman, Tôim é proprietário do boteco em frente ao Cabaré Voltagem, em Lapão da Beirada. De condições precárias, o bar de Tôim surge como uma opção à futura sociedade com Quinota, Artur e Caridade, interpretados por Larissa Bocchino, Túlio Starling e Clara Moneke. Eles pretendem transformar o lugar em um restaurante. No entanto, Tôim se mostrará resistente às ideias da filha de Primo Cícero, papel de Haroldo Guimarães. “É um personagem que chega para ser um outro grande aliado de Caridade, nos extremos de amor e ódio, mas com muito afeto bom e companheirismo”, defende.                

Evaldo, que viveu o carismático Jupará em “Renascer”, emendou o fim dos trabalhos da obra de Benedito Ruy Barbosa com o enredo das seis. Apesar de retornar a uma produção ambientada no Nordeste, o ator alerta para as diferenças entre os personagens. “É um tipo bem diferente. Percebo que Toinho não gosta do trabalho braçal, o oposto de Jupará (risos)”, compara.                

Natural de Salvador, na Bahia, Evaldo tem desbravado o universo dos folhetins recentemente. Antes, o ator integrou o elenco do extinto humorístico “Zorra”, mas sua estreia na Globo aconteceu no seriado “A Grande Família”. Engajado no movimento negro, ele enxerga a arte como uma forma de combater dores como a do racismo, aumentando a representatividade na tela. “Feliz e tentando cada vez mais acreditar que, aos poucos, estamos sendo protagonistas da nossa própria história. Gosto que o público se veja no meu corpo, na minha arte, que é feita para eles”, aponta.   “No Rancho Fundo” – De segunda a sexta, às 18h30, na Globo.

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