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A prova mais rápida do atletismo mundial consagrou ao longo da história olímpica atletas como o americano Carl Lewis, o canadense Donovan Bailey e, recentemente, o jamaicano Usain Bolt. Entre as mulheres, a holandesa Fanny Blankers-Koen, a americana Gail Devers e a jamaicana Shelly-Ann Fraser são algumas das personagens que marcaram seus nomes nas Olimpíadas.
Enquanto isso, no Brasil, a realidade não é nada animadora. Ainda que os principais velocistas do país tenham resultados satisfatórios a nível continental, alguns centésimos de segundos ainda os separam da elite dos 100m rasos.
O único atleta que realmente conseguiu se aproximar dos melhores do mundo até hoje foi o carioca Robson Caetano. O velocista é o único brasileiro a ter disputado uma final olímpica dos 100m: quinto lugar em Seul 1988.
Após se classificar para as semifinais com o décimo segundo tempo (10s24), Robson repetiu a marca e chegou à decisão como o oitavo mais bem classificado. Na final, além de melhorar seu tempo (10s11), viu o jamaicano Ray Stewart se contundir, o canadense Ben Johnson ser desclassificado e o também canadense, Desai Williams, ficar para trás no photo finish. Dias depois, o brasileiro ainda subiria ao pódio nos 200m rasos, conquistando a medalha de bronze.
Outro motivo de preocupação para os torcedores brasileiros é que o recorde sul-americano da prova segue pertencendo ao atleta: em 22 de julho de 1988, na altitude da Cidade do México, Robson Caetano fez 10s00.








