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NOTA

O prefeito de Lucas do Rio Verde, Otaviano Pivetta (PDT), que foi coordenador geral da campanha de Pedro Taques ao governo, deu apenas nota 6, 6 para os seis primeiros meses de governo de seu ainda colega de partido. Para amenizar, ele argumentou que ‘10 ninguém consegue’.

COBRANÇA

Os vereadores de Alta Floresta estão cobrando uma agenda de Pedro Taques no município. O vereador Bernardo Patrício (SD) avalia que está na hora do governador vir ao  município e dizer para a população, qual é a sua proposta para a região.  As principais demandas de Alta Floresta, conforme ele,  são  a construção de um novo hospital com leitos de UTI e as pavimentação asfálticas  das rodovias da região, como as  MT 206, 208 e 419.

EM GUARANTÃ

O tema CPI ainda continua dominando as rodas de conversas políticas em Guarantã do Norte. O vereador democrata Zilmar Assis de Lima, que é companheiro de partido da prefeita Sandra Martins, mas virou oposição no segundo ano do mandato, disse que a própria administração, se não tem nada a temer, perdeu uma grande oportunidade de mostrar para a população que não existe nada de errado no setor de saúde.  Ele considera um erro ter havido interferência por parte da administração, para evitar que o Requerimento da CPI fosse aprovado.  Conforme o vereador, os servidores da pasta estavam favoráveis a instauração da comissão. “Se está tudo certo como dizem, não há o que temer”, observou o vereador.

NEGOU

O deputado Romoaldo Júnior negou que tenha sido beneficiado por deleção ao ex- deputado José Riva no caso do contrato com o HSBC. Ele assegura que não cometeu qualquer  irregularidade e está  aguardado ser chamado pela justiça para provar sua inocência.  Romoaldo disse que quando Riva foi afastado, a dívida já estava em negociação.   O peemedebista sustenta que fez a homologação, autorizando o pagamento ao advogado Joaquim Miele, à época representante do banco HSBC, com base no parecer da Procuradoria da Assembleia Legislativa.

MAGOADO

Comentários de bastidores são que o ex- deputado José Riva está profundamente magoado com os deputados Romoaldo Júnior e Mauro Savi, que atribuíram somente a ele as negociações com o advogado Joaquim Mielli, que representou o Banco HSBC no processo que resultou na operação Ventríloqua. Riva argumenta que na época estava afastado da presidência e a homologação do pagamento foi feita pelo deputado Romoaldo, que era o presidente da Assembleia Legislativa. Romoaldo, entretanto, disse que as negociações foram feitas por Riva e nega envolvimento no caso. 

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