Jornal Mato Grosso do Norte
ereadores de Guarantã do Norte atribuem a politicagem uma polêmica motivado através das redes sociais, que defende a redução do salário dos parlamentares do município para um salário mínimo.
Na opinião de três vereadores entrevistados por Mato Grosso do Norte, o presidente da Câmara municipal, Marcelo Medeiros, o Dedé, foi ingênuo ao dar ênfase à pessoa que está a frente da suposta campanha.
“Sabemos que tudo isto não passa de politicagem. O presidente não deveria ter aceitado a provocação. O problema de Guarantã do Norte não é causado pelo salário dos vereadores. O que falta é competência na administração”, pontua o vereador Zilmar Assis de Lima. “Feitos os descontos, recebo hoje um salário liquido de R$ 3, 800,00. Este valor não é nada para os vereadores que trabalham. A verba e as diárias são para os vereadores custearam suas viagens e suas atividades referentes ao cargo”, justifica.
Conforme Zilmar, o subsídio dos vereadores de Guarantã, comparado a outras cidades da região, é um dos menores. Para ele, o duodécimo da Câmara não tem nada a ver com os recursos da Saúde. “O salário dos vereadores não interfere na qualidade da saúde no município e baixá-lo não é a solução para os problemas que este setor vem enfrentando na atual administração. O problema é a falta de gestão. O município vai mal porque a gestora e ineficiente. Falta governo. A prefeita se perdeu ao deixar o vice-prefeito Marcelão mandar na prefeitura. Não é reduzindo o salário dos vereadores que os problemas serão resolvidos”, dispara o parlamentar.
Zilmar acentua que em seu mandato de presidente da Câmara devolveu R$ 200 mil para a prefeitura e ninguém sabe como o dinheiro foi aplicado. “Era para ser comprado um ônibus para o Esporte e para atender as igrejas, fazer investimentos no cemitério e iluminar campos de futebol na zona rural e nada disto foi feito”, observa o vereador.
De acordo com Zilmar, quando o assunto é economia, o exemplo deveria vir da própria prefeita. No entanto, no orçamento de 2015, Sandra destinou para seu gabinete 1 milhão, 190 mil e 500 reais. A previsão para 2016 é de R$ 1 milhão e 700 mil.
Segundo Zilmar, a audiência pública realizada na noite de quinta-feira, foi apenas para esclarecer para a população os gastos da gestão pública e discutir a LDO.









