Reportagem MT Norte
A cidade de Alta Floresta, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) continua com menos de 50 mil habitantes. O órgão concluiu o levantamento em 1º de junho e divulgou o resultado da Estimativa 2015 da População nesta semana.
Apesar da expectativa positivas com relação a seu crescimento populacional, Alta Floresta passou de 49.877 para 49.991, frustrando mais uma vez, quem esperava que o município fosse ultrapassar a margem de 50 mil moradores.
O vereador Dida Pires (PPS) assegurou com não concorda com os números apresentados pelo IBGE com relação a quantidade de habitantes de Alta Floresta. Para ele, a Estimativa do IBGE vem sendo incorreta com o município desde 2010.
Para ele, a imprecisão do IBGE provoca um grande prejuízo. Por causa de menos de 10 pessoas Alta Floresta deixa de receber recursos na proporção dos municípios que tem mais de 50 mil habitantes. E já provamos através dos números de crianças matriculadas em creche, dos estudantes das escolas públicas e dos registros do Programa Básico das Famílias, que já ultrapassamos a 60 mil moradores. Infelizmente o IBGE não acata os dados e o município é drasticamente prejudicado”, assevera o vereador.
Dida disse que cobrou da Procuradoria do município a contestação via judicial do resultado da Estimativa do IBGE. Para ele, esta situação teria que ser resolvida, porque haveria um incremento nos repasses que o governo federal faz para o município, o que iria beneficiar a população.
De acordo com o IBGE, no Mato Grosso são 3.265.486 pessoas ante 3.224.357 no ano passado. Os novos números colocaram o Estado como segundo mais populoso do Centro-Oeste. O levantamento do Instituto Brasileiro aponta Goiás na liderança com 6.610.681. Em terceiro surge o Distrito Federal com 2.914.830 e Mato Grosso do Sul surge em quarto, com 2.651.235.
Pelo levantamento, o Brasil tem 204.450.649 habitantes ante 202.768.562 em 2014. Segundo o IBGE, as estimativas populacionais são fundamentais para o cálculo de indicadores econômicos e sociodemográficos nos períodos intercensitários e são um dos parâmetros utilizados pelo Tribunal de Contas da União na distribuição do Fundo de Participação de Estados.








