Mato Grosso do Norte
Reportagem Mato Grosso do Norte
Vereadores de Carlinda, representante da secretaria de Saúde e a promotoria de Justiça de Alta Floresta realizaram uma audiência na tarde de sexta-feira, 4, para tratar da interdição do hospital do município e buscar uma solução para o problema.
O hospital foi interditado pela Vigilância Sanitária Estadual por não oferecer condições mínimas adequadas para o seu atendimento. A presidente da Câmara Municipal, Eliane Aparecida Santos e os vereadores Robério Alencar e Aparecido do Posto, que estiveram presentes na audiência, afirmaram que a administração municipal de Carlinda apresentou ao promotor, Dr. Luciano, a proposta, já acompanhada do projeto, de construir uma Unidade de Pronto Atendimento.
Após uma ampla discussão sobre as formas mais viáveis de o município resolver o problema, o projeto de construção da Unidade de Pronto Atendimento, foi definido pelos presentes e aceito também pela promotoria de justiça.
A prefeitura de Carlinda terá um prazo de 180 dias para construir a unidade de pronto atendimento e disponibilizar o atendimento á população.
Segundo a presidente da Câmara Municipal, a solução apresentada pelo município é a melhor forma de resolver o problema. Conforme ela, o prédio onde o hospital funcionava antes de ser interditado é particular e está em péssimas condições estruturais.
“A prefeitura teria que gastar muito dinheiro para fazer uma reforma no prédio, que não é patrimônio do município. Já a unidade de pronto atendimento seria do município e teria condições de atender a população de forma satisfatória”, comenta a Eliane.
De acordo com a vereadora, o município de Carlinda, dentro do prazo estipulado pela promotoria, terá que construir a unidade de pronto atendimento, com 6 leitos, sendo 2 feminino, 2 masculino e 2 pediatria, e com medicamento e todo o material necessário para assegurar o atendimento aos moradores.
“Acho que foi a melhor saída porque o município vai investir no local próprio. E, nós, vereadores, vamos acompanhar os serviços e cobrar que tudo seja feito dentro do prazo que foi determinado pela promotoria”, observou a presidente da Câmara.








