Prefeito interino se reuniu ontem de manhã com os vereadores e pediu apoio para aprovação do projeto
O prefeito interino de Alta Floresta, Ângelo Campos, esteve reunido na manhã de ontem com grupo de 7 vereadores, no gabinete da presidência, para pedir apoio para as reformas que pretende fazer na prefeitura, caso permaneça no cargo por mais alguns.
O presidente da Câmara Municipal, Elói Crestani (PMDB), afirmou à Mato Grosso do Norte, que o projeto de Reforma Administrativa ainda não foi protocolada na Câmara Municipal. “Assim que receber o projeto cumprirei o Regimento Interno da Câmara. Vou convocar os vereadores para e temos 24 horas para realizar a sessão e votar”, observou o presidente.
Eloi Crestani disse que estavam presentes na reunião com o vice-prefeito, além dele, os vereadores Dida Pires, Bernardo Patrício, Dr. Charles, Mendonça, Emerson Machado e Elisa Gomes.
E acrescentou que até na tarde de ontem todos os vereadores estavam na cidade. “Se o projeto for enviado para a Câmara, todos os vereadores devem estar presentes na sessão. Respeitamos a opinião do prefeito, mas vamos analisar o projeto e , se for o caso, daremos a nossa opinião”, disse Elói.
Conforme o presidente, o prefeito interino informou que o projeto da Reforma Administrativa está sendo analisado pelo jurídico da prefeitura. A procuradoria jurídica já deu parecer contrario à extinção de alguma secretarias. E Ângelo não deverá extinguir todas as secretarias que havia anunciado a principio.
Durante a reunião, conforme o presidente, o prefeito pediu apoio aos vereadores para investigar supostas irregularidades que estariam ocorrendo na prefeitura, principalmente na secretaria de obras.
Conforme informações obtidas por esta coluna, Ângelo quer que os vereadores investiguem várias denúncias de irregularidades, que, segundo ele, estariam ocorrendo na maioria das secretarias municipais, principalmente na pasta de Obras, que ele está encaminhando para o Ministério Público.
“Como ele não apresentou documentos, apenas falou, fiz um Requerimento solicitando documentos que compravam as denúncias. Se houver irregularidades, elas devem ser esclarecidas e a Câmara irá fazer o seu papel na defesa dos interesses da sociedade”, enfatizou.
Em uma das denúncias, Ângelo afirmou que a prefeitura teria pago 1.500 horas de trabalho de máquinas, quantidade que é considerada excessiva.
Reportagem MT Norte








