Jornal Mato Grosso do norte
José Vieira do Nascimento Editor MT Norte
O vereador Rogério Colicchio (PT), afirmou em entrevista à Mato Grosso do Norte, que está trabalhando para convocar uma audiência Pública para discutir as responsabilidades das usinas hidrelétricas com o município de Alta Floresta.
Para ele, todos já sabem dos problemas que foram gerados com as obras e a partir de agora, o momento é de buscar uma solução. “Não adianta mais falar quem é culpado. Temos que discutir soluções para os problemas, principalmente a Saúde, Segurança Pública e o Aterro Sanitário, que são questões gritantes e que afetam diretamente a população.
“Falar dos culpados já está esgotado. Temos que discutir soluções. As usinas tem responsabilidades. São riquezas da região que eles vão usar. Sabemos da importância das obras para o país e vamos contribuir com a geração de energia elétrica.Portanto, nada mais justo do que recebermos uma indenização por isto”, argumenta o vereador.
O vereador disse que já conversou com a administração municipal porque considera que o chamamento para a audiência pública deve partir do prefeito Asiel Bezerra. E o evento deve acontecer o mais breve possível.
“Temos que convocar todas as forças políticas de Alta Floresta, as Câmara Municipais de Carlinda, Paranaíta, prefeitos, os diretores da Usinas, deputados, senadores e o governo estadual para este debate. A participação do governo é importante porque sabemos que Saúde e Segurança Pública são de responsabilidade do governo”, enfatiza Rogério.
Para o parlamentar, é inadmissível que uma cidade como Alta Floresta, com uma população de 65 mil habitantes, serviços como a saúde e a segurança pública, inexistirem. “A CHTP já fez, mas tem responsabilidade de fazer muito mais. Principalmente obras que estão no PBA- Projeto Básico Ambiental- como o aterro sanitário, observa.
A vereadora Elisa Gomes (PDT), afirma que a usina Hidrelétrica São Manoel não realizou sequer Audiência Pública para discutir com a sociedade e os setores organizados, o Projeto Básico Ambiental da obra da Usina. Por outro lado, ela disse que o Ministério Público não tem conhecimento do que foi certado em termos de compensações, com o município de Alta Floresta.








