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Variedades Quarta-feira, 23 de Dezembro de 2020, 00:00 - A | A

23 de Dezembro de 2020, 00h:00 - A | A

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A magia da estrela de Natal



A estrela que normalmente fica no topo da árvore de Natal simboliza a Estrela de Belém. No contexto religioso, essa foi a estrela que guiou os três Reis Magos até o local do nascimento de Jesus, segundo conta o Evangelho de Mateus.
Cientificamente, vários fenômenos astronômicos já foram citados como possível explicação à Estrela de Belém. O mais comum deles é que a estrela fosse um cometa, até mesmo devido à calda com a qual a estrela que fica sobre o presépio ou no topo da árvore de Natal costuma aparecer.
Outros estudos dizem que a estrela de Belém, na verdade, era o cometa Harley em aproximação com a Terra. Entretanto, essa versão é contestada, já que o cometa provavelmente passou próximo ao nosso planeta por volta do ano 12 a.C, muito antes da época em que Jesus teria nascido.
Há ainda quem diga que a tal estrela tenha sido fruto de um fenômeno raro de conjunção entre os planetas Júpiter e Saturno com a estrela Regulus, considerada a maior da constelação de Leão. O resultado dessa combinação de corpos celestes, supostamente, seria um efeito luminoso bastante intenso.
2020 - Quem observou de 16 até 21 de dezembro deste ano pode observar um fenômeno raro. Alinhamento de Júpiter e Saturno visto em horizontes abertos, após o pôr do sol. Astrônomos dizem que o fenômeno é raro e que os planetas só estiveram tão perto séculos atrás.
O último registro que se tem notícia da “Estrela de Belém” data de 800 anos atrás. Quer dizer que a última vez que aconteceu foi em torno do ano 1220. Trata-se da “Estrela de Belém”, ou a “Estrela do Natal”. Aquela que muita árvore de Natal ganha no topo, só que de verdade. É um fenômeno raríssimo, que acontece graças a conjunção de Júpiter e Saturno. Mas vai acontecer neste mês de dezembro. É um acontecimento raro porque cada planeta tem um tempo diferente para girar em torno do Sol. Júpiter leva 12 anos terrestres, enquanto Saturno leva outros 30. O fenômeno ocorreu também em 1.623, além de 1226. No entanto, entre essas duas datas, esta última, no século XIII, é a que mais se assemelha a que será possível testemunhar.

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