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Atualidades Sexta-feira, 17 de Maio de 2024, 09:19 - A | A

17 de Maio de 2024, 09h:19 - A | A

Atualidades / Alta Floresta

Em greve há 40 dias, profissionais do IFMT fazem manifestação em Alta Floresta

Greve nos Institutos Federais ainda não tem data para terminar



Ilson Machado
Mato Grosso do Norte

Servidores do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) estão com suas atividades paralisadas desde segunda-feira 8, de abril.
Todas as unidades da instituição aderiram à greve promovida pelo Sindicato Nacional dos Servidores da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe). Há mais de 40 dias que os professores e técnicos do campus de Alta Floresta estão parados e aguardando uma resposta sobre as propostas apresentadas pelos profissionais que exigem uma recomposição salarial que varia de 22,71% a 34,32%, dependendo da categoria.
De acordo com os profissionais, eles lutam defendo os três “Rs”, ou seja, Recomposição –Reestruturação e Revogação. Na prática o que a categoria cobra é a reestruturação das carreiras da área técnico-administrativa e de docentes, a revogação de todas as normas que prejudicam a Educação Federal aprovadas em governos anteriores, bem como a recomposição do orçamento e o reajuste imediato dos auxílios e bolsas dos estudantes.
Durante a tarde de quarta-feira, 15, os profissionais foram para a avenida Ludovico da Riva Neto, onde fizeram uma manifestação para chamar a atenção da população alta-florestense sobre a luta que estão travando, objetivando melhor qualidade na educação.

Portando cartazes e distribuição de panfletos, com textos que destacam a importância das exigências feitas pela categoria para o aprimoramento da Educação.

foto/ Mato Grosso do Norte

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Um trecho do panfleto diz: “Nossos salários foram corroídos pela inflação ao longo dos anos, portanto exigimos salários dignos, à altura da importância de nossa missão para toda a sociedade brasileira”.
Outro trecho enfatiza: “Nossos estudantes merecem Educação de qualidade e isso só é possível com um orçamento adequado, que garanta recursos para infraestrutura, pessoal e todas as demais necessidades das instituições de ensino.
O professor de Administração do IFMT/AF, Ricardo Braga Veronese, afirma que a luta é realmente por uma Educação digna e lembra que são mais de 550 Unidades Federais paradas em todo o Brasil, que estão em greve por que querem a melhor valorização tanto dos docentes, como dos técnicos.
“Nesta quarta-feira foi realizada uma reunião com os docentes em Brasília, mas a proposta oferecida foi bem próxima da que já fora feita no dia 19 de abril. Portanto, outras reuniões serão feitas nas quais vamos discutir essa nova proposta, enquanto isso a greve continua sem previsão de término”, pontuou o professor Ricardo.

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