José Vieira/ Mato Grosso do Norte
As três escolas que serão construídas em Alta Floresta [Marines de Sá Teixeira, Cecília Meireles e Almeida Prado] serão modelo padrão, conforme o que foi anunciado pelo própria governador Mauro Mendes (União).
O prefeito de Alta Floresta, Chico Gamba, o vice-prefeito Robson Quintino e o vereador Claudinei Jesus, foram convidados nesta quarta-feira, 11, pelo governador e pelo secretário estadual de Educação, Alan Porto, para conhecer uma escola Padrão em Cuiabá, no mesmo modelo das que serão feitas em Alta Floresta.
O convênio no valor de R$ 58 milhões para a construção das três escolas já foi assinado pela prefeitura de Alta Floresta e o Governo Estadual.
O Governador, na oportunidade, garantiu a liberação do recurso, e ressaltou que a população, sobretudo os alunos, irão se impressionar com o padrão destas escolas. Na oportunidade, Mauro Mendes disse que há dois anos o prefeito de Alta Floresta vem conversando com ele e com o secretário de Educação, pedindo as obras das escolas.
“Nós assinamos este convênio para estas três grandes obras. E vamos repassar estes R$ 58 milhões para a prefeitura construir estas escolas”, disse governador.
O vice-prefeito, Robson Quintino, disse que duas das escolas padrão que serão construídas em Alta Floresta [Cecilia Meireles e Marines], serão ainda maior do que a que visitaram em Cuiabá. E a outra, de tamanho equivalente.
Ele explica que serão três convênios distintos. Da Escola Almeida Prado é para uma escola de alvenaria, projeto fechado, com processo licitatório em concorrência de 30 dias. E no cronograma constam a previsão de início e entrega da obra.
Já as outras duas escolas será licitação fechada, com prazo de 65 dias úteis. Serão pré-moldadas e as empresas apresentam um projeto durante o processo licitatório. Se estiver correto, a licitação é concluída.
“É um processo mais longo. Só depois é dado a ordem de serviço e apresentado o cronograma de entrega. As obras estão em fase de licitação”, explica Robson.
O objetivo da Prefeitura, conforme ele, é adiantar as licitações para que o governo possa fazer o pagamento da 1º parcela antes da janela eleitoral, no máximo até o mês de junho. “Se estivermos finalizados, o governo paga a 1º parcela e a obra não ficará parada no período eleitoral. Mas a gente consegue tranquilo terminar, entregar e receber o primeiro repasse. E tocar a obra normalmente durante este ano”, resume o vice-prefeito.










