O recente escândalo do arroz deve criar na Câmara Federal, a "CPI do Arroz". Até sexta, 14, já havia 142 assinaturas apoiando a abertura da CPI. São necessárias ao menos 171.
Conforme a coluna do jornalista Claudio Humberto, está na mira a GF Business, empresa que Marcelo Geller, filho do agora ex-secretário de Política Agrícola Neri Geller, criou com Robson França, advogado e ex-assessor do pai. França também é dono da Foco, corretora que venceu o leilão bilionário. A ideia da dupla era fazer negócios na área de atuação de Neri.
Ainda, a GF, da dupla, data de 2023, três meses após a Foco, a dos leilões. A Receita Federal atesta que têm idêntica atividade: comércio de cereais. A relação das empresas é tão visceral, que até o telefone para contato e o endereço eletrônico são rigorosamente os mesmos.
Na sexta, a GF Business teve a situação cadastral baixada na Receita. Ou seja, foi extinta às pressas. Nos bastidores, é dado como certo que o secretário demitido negocia ida à Comissão de Agricultura antes mesmo da CPI para falar o que sabe. Informações do jornalista Claudio Humberto, do Diário do Poder.