Quarta-feira, 17 de Julho de 2024

Opinião Quinta-feira, 06 de Junho de 2024, 13:58 - A | A

06 de Junho de 2024, 13h:58 - A | A

Opinião /

Judiciário e democracia

Autoridades atendem o cidadão independente de sua formação ou história de vida



 Graci Ourives de Miranda

O Poder Judiciário é democrático vigoroso e independente, magistrados independentes, alicerçado no amplo respeito das relações sociais. Democracia plena no Judiciário é proteger efetivamente a dignidade humana e garantir respeito integral ao povo.

 Autoridades atendem o cidadão independente de sua formação ou história de vida. Parabéns! Abraham Lincoln “governo do povo, para o povo”.

 O acolhimento dos servidores públicos é fundamental e indispensável para que o cidadão comum possa dirigir-se a presença do juiz para expor sua realidade. Muitas vezes o cidadão não sente seguro em expor seus dolorosos sofrimentos por violências explícitas ou sutis de pessoas que se valem do "diploma" para “encurralar para ganhar”.

 Quando o cidadão é ouvido a sós, estará despido de preconceitos, expõe quanto foi reduzido à pequenez pelo ‘monstro’. Gratidão, juízes, promotores e delegados democráticos que buscam desbaratar mentiras de quem busca auferir lucro fácil.

Muitas vezes o cidadão não sente seguro em expor seus dolorosos sofrimentos por violências explícitas ou sutis

  No cenário do fortalecimento do Judiciário a sociedade é atendida. Autoridades democráticas usam de sensatez e sabedoria, e, entendem que enfrentamos um mundo cruel das “organizações criminosas”.

 O Poder Judiciário forte visualiza o anseio do paciente de forma objetiva e pontua: “justiça será feita”. Isto é balsamo, para povo cansado de injustiça.

 O povo se despe do ‘vírus do medo’. Isto é segurança que o cidadão, pagante de imposto se orgulha. Juízes, promotores e delegados ouvem o cidadão comum que precisa de justiça e segurança esclarecendo seus direitos e deveres de forma simples clara e com leveza.

 Distante das autoridades os monstros portam como ‘leões’, porém, frente às autoridades ficam ‘meigos, polidos e pobre coitados?’. Não se acanhe ninguém engana mais as autoridades, com as tecnologias existentes a serviço da justiça para esclarecer as partes em conflitos.

 Cidadão jamais se intimide, vá à luta por mais justiça. Bem-estar para todos.

Graci Ourives de Miranda é professora e escritora.

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