José Vieira/ Mato Grosso do Norte
A primeira sessão da Câmara Municipal de Alta Floresta na abertura dos trabalhos legislativos de 2026, realizada na segunda –feira, 2, houve uma celeuma motivada pela fala da vereadora Leonice Klaus (Republicanos).
Ela discorria sobre a situação da Unidade de Saúde do bairro Boa Esperança, que, segundo ela, está em situação muito precária, invadida por pombos.
“É uma vergonha! Os pombos fazendo cocô nos pacientes e os funcionários lá dentro correndo risco de pegar uma doença”, disse a vereadora, acrescentando que o prefeito e o secretário de Saúde têm conhecimento, mas não resolvem.
Este quadro caótico, conforme ela, perdura há mais de um ano.
A vereadora questionou os vereadores a fiscalizarem a situação. “Cadê alguns de nossos vereadores para fiscalizar? ”, acrescentando que tem muitas coisas para serem fiscalizadas no município.
A parlamentar também apontou irregularidades no transporte de pacientes. Além de não ter médico acompanhando um enfermo que estava no oxigênio, sendo levado para Cuiabá, disse que havia paciente sentado no banco da frente da ambulância. O quê, conforme ela, não é permitido pela legislação.
E, mais uma vez, Leonice chamou com ênfase, a atenção dos demais vereadores, afirmando que eles deveriam “acompanhar esta situação”. E não apenas ela que é a “vereadora da saúde”.
Não gostou - O vereador Dida Pires (Cidadania) não gostou da cobrança da vereadora, sobre a responsabilidade do vereador fiscalizar o Executivo.
Durante seu pronunciamento, Dida rebateu a fala de Leonice, afirmando que ela deveria citar nomes dos vereadores que não estariam cumprindo sua atribuição.
“Quando você vai puxar a orelha do companheiro vereador, você tem que olhar no retrovisor e ver a forma como você vota. A vereadora entrou em contradição", aponta.
"Na hora de se votar os R$ 2 milhões da exposição, não se pensou desta forma”, emendou se referindo ao dinheiro que a Câmara aprovou para a realização da Expoalta no ano passado.
Segundo ele, logo depois da aprovação, houve um impacto no orçamento. E os mesmos vereadores que aprovaram os R$ 2 milhões, deram porrete no prefeito e no secretário, cobrando ultrassonografia e ressonância.
"Então, temos que ter coerência nas votações”, rebateu o vereador.
Dida foi incisivo afirmando que “este tipo de pronunciamento, é cortina de fumaça” e não engana a sociedade.
Conforme Dida, não resolve o vereador fazer de conta que está fiscalizando, mas não ter coerência na hora de votar.
“É melhor deixar de brincar de fiscalizar. E para cima de mim, não aceito vereador vir puxar a minha orelha, por que eu votei certo. Mas respeito aqueles que votaram errado. Agora, não venha dizer para fiscalizar e votar errado! ”, protestou Dida.









ABRAHAO LINCON Silva 06/02/2026
Na verdade tem um bando de vereador que são lambe botas do executivo, na hora de dar cheque em branco esquece que a maioria da população não vive de festas, de lapandinhas de natal , e não fiquem surpreso se não vier festas de carnaval também, enquanto a banda passa a saúde está um caus, e os lambe botas aplaudindo, cada a manutenção das estradas vicinais, esquecem que produtor precisa de estradas para escoar sua produção e até mesmo fazer suas compras , mensais
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