Reportagem
Mato Grosso do Norte
Ainda não há pistas que possam levar ao autor das mortes de cachorros em Alta Floresta. Entre cães e gatos, já passam de 30 o número de animais mortos. A última morte foi de um cachorro no último domingo, também por suposto envenenamento. Nenhum suspeito de cometer os crimes foi identificado ou preso. A Polícia Civil investiga o caso. Orgãos do animal foram retirados e devem passar por exames laboratoriais. As mortes foram registradas nos bairros Jardim das Flores, Jardim Guaraná, Setor industrial, Setor D e Jardim das Araras. A recompensa ofertada para quem tiver informações concretas, que levem a polícia a identificar o assassino, já está no valor de R$ 3.800,00 [três mil e oitocentos reais]. A Ong Amamos os Animais arrecadou recursos junto a um grupo de advogados do município e oferece uma recompensa de R$ 1.800,00 reais para quem tiver informações concretas sobre o caso. Nesta semana, um empresário da cidade, Rodolfo Hoffmann, conhecido como Carioca, dono da empresa Rio Fitnes, indignado com a morte dos animais, ofereceu recompensa de R$ 2 mil para quem informar quem é o autor ou autores das mortes. “Estou chateado com o envenenamento dos animais e estou oferecendo este valor para quem dar informações precisas sobre este monstro”, disse Rodolfo através de vídeo em redes sociais. A Perícia Oficial de Identificação Técnica (Politec), não tem prazo para divulgar o resultados dos exames laboratoriais em materiais retirados dos animais mortos. O equipamento necessário para análise quebrou e a manutenção só será feita em fevereiro. Donos dos animais disseram à polícia que nenhum dos cães mortos nas últimas semanas apresentavam sintomas de alguma doença e que sofreram convulsões antes de morrerem. Para a polícia este crimes tem sido praticados por pura crueldade, pois não há indícios que as mortes tenham ligação com a tentativa de furtos às residências.