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Atualidades Sexta-feira, 17 de Maio de 2019, 00:00 - A | A

17 de Maio de 2019, 00h:00 - A | A

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Professores e alunos de AF também protestam contra cortes na Educação



Reportagem
Mato Grosso do Norte

Em Alta Floresta estudantes e professores também protestaram na quarta-feira, 15, contra o bloqueio de R$ 5,8 bilhões no orçamento deste ano, determinado pelo Ministério da Educação (MEC) há. 
Em Alta Floresta foi organizado um ato pelos sindicatos que representam a categoria, e participaram alunos e professores da Unemat (Universidade Estadual de Mato Grosso), IFMT (Instituto Federal de Mato Grosso) e alunos e professores das escolas estaduais e municipais. A concentração dos manifestantes foi em frente a Câmara Municipal de Alta Floresta. 
O professor Lindomar Rosa de Oliveira da rede estadual, considera a manifestação legítima, porque, na sua opinião, o contingenciamento de recurso trará consequências graves e poderá ter um desmonte na Educação. 
Com relação a Reforma da Previdência, Lindomar considera que não é justo o governo tirar do trabalhador e da população mais pobre para pagar a conta que as grandes empresas nacionais devem para o governo e não pagam, como a JBS e os bancos.
“Os cortes na Educação atingem não só as universidades federais e os Institutos, mas também as estaduais como a Unemat e a Educação como um todo. E o Fundeb [O Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação] o governo quer acabar. Os recursos estão acabando. Não podemos cruzar os braços porque as conquistas que tivemos a nível de município, de Estado e de Brasil foram através das lutas sociais dos movimentos. E no atual governo a tendência é tirar os direitos já conquistados, o que é muito ruim”, disse Lindomar.

Para o diretor Geral do IFMT em Alta Floresta, Júlio César dos Santos, o movimento foi organizado pelo Sindicato dos Servidores Federais da Educação Básica [Sinasefemt] e os alunos dos Campis de todo o Instituto Federal, lideranças estudantis e professores, com o objetivo de sensibilizar a sociedade e o governo, a voltar atrás com relação aos cortes na Educação.

“É importante entendermos que não é um movimento partidário, mas um movimento de luta pela Educação e contra os cortes realizados pelo governo é um movimento de união pela Educação”, observou.

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