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Política Domingo, 23 de Junho de 2024, 20:44 - A | A

23 de Junho de 2024, 20h:44 - A | A

Política / Indignado

Prefeito diz que notícia é “mentirosa” e ingressará com processo por calúnia e difamação

Osmar Moreira rebate acusações, afirma que site publicou matéria fake e que terá que provar na justiça as acusações



Reportagem
Mato Grosso do Norte

O prefeito de Paranaíta, Osmar Moreira (UB) afirmou de forma veemente, neste domingo, 23, à Mato Grosso do Norte, que se sente indignado e perplexo com as acusações que cunhou como caluniosas e levianas publicadas em um site de notícia de Alta Floresta, atribuindo-lhe prática de ingerência no funcionamento e relacionamento contratual do Instituto Fênix, relacionado ao governo estadual e ao hospital Santa Rita, para atendimento na área de Saúde.
Osmar afirma que irá processar o autor da matéria por calúnia, difamação e exigir ressarcimento por danos morais.
A matéria responsabiliza os prefeitos Osmar Moreira e Chico Gamba, de Paranaíta e Alta Floresta, respectivamente, pela decisão do Instituto Fênix interromper os atendimentos no Hospital Santa Rita, através de convênio firmado com o Estado. O instituto interrompeu os atendimentos na semana passada.
“Já convocamos uma reunião de Emergência do Consórcio de Saúde, com os 6 prefeitos da região de Alta Floresta, vamos produzir uma nota que será assinada por todos os prefeitos e vamos discutir a medida judicial que iremos tomar diante destas mentiras”, assevera Osmar.

Osmar afirma que irá processar o autor da matéria por calúnia, difamação e exigir ressarcimento por danos morais


Além de ação através de todos os prefeitos, ele assegura que irá entrar com um processo unilateral contra o autor da matéria, assim como o prefeito de Alta Floresta, que segundo Osmar, também irá acionar a justiça.
O gestor afirma que o interesse dos prefeitos com relação a área de Saúde e o serviço que vinha sendo prestado através no Instituto Fênix, na estrutura do hospital Santa Rita, é somente cobrar celeridade no atendimento à população.

Disse que o que levou a interrupção dos atendimentos foi a relutância da direção do hospital em assinar o contrato com o instituto Fênix.
Isto porquê, segundo ele, sem o contrato entre o hospital e o instituto assinado, via de regra, o Estado por sua vez, também não assinou o contrato com o Instituto.
“Parou porquê não houve assinatura do contrato. Nosso único interesse é pela qualidade do atendimento. Estas acusações feitas contra mim terão que ser comprovadas. Tenho uma vida de trabalho na área pública e uma história que nunca houve nada que me desabonasse. E não permitirei que seja manchada por esta calúnia. Por isso, vou acionar a justiça para que o autor desta matéria prove o quê escreveu”, assegura.
O prefeito também disse que irá solicitar que o Estado, através da Secretaria de Saúde, se manifeste sobre estas acusações, que, conforme ele, também afetam, subliminarmente, a imagem do governo.
O acordo firmado entre o Estado e o Instituto Fênix para atendimento de Alta complexidade, começou a ser pactuado no início do mês de março de 2024, para uma parceria público/privada que seria ancorada na oferta de serviço do SUS. Entretanto, de acordo com Osmar, o contrato não foi assinado entre as partes. “Nós, prefeitos, não temos nada a ver com isso. Nosso interesse é apenas cobrar para que a população seja bem assistida”, observa.

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