José Vieira/ Mato Grosso do Norte
O vereador Bernardo Patrício (MDB) na sessão da Câmara Municipal de Alta Floresta, realizada no dia 6, em tom de desabafo, fez uma observação, para conforme ele, corrigir atitudes no meio político, que são expostas destorcidas para a sociedade.
Ele comentou sobre o pronunciamento do vereador Claudinei de Jesus (MDB) exaltando as escolas Cívico-Militares, deixando claro que não tem nada contra este modelo de Educação. Porém, entende que não se pode desmerecer o que as escolas tradicionais, que sempre atenderam na formação de crianças, adolescentes e jovens no município, fizeram ao longo das décadas.
“Eu moro em Alta Floresta desde 1981 e nunca teve Escolar Militar. Eu e meus filhos estudamos na escola normal, nessas que temos sem ser Militar. E não desabono em nem uma virgula estes profissionais e as escolas que atenderam até hoje os alunos de nosso município.
ão sou contra a Escola Militar, mas não concordo vir aqui e dar uma pancada nas outras escolas que ensinaram nossos filhos até hoje
Assim como também não desabono e congratulo com a presença da Escola Militar na cidade, com o que elas trazem de novo”, aponta o vereador.
Bernardo enfatiza que fez estas observações porque da forma como seu colega expressou, fica a conotação que o quê as outras escolas fizeram até agora, não teve importância para a população.
Tivemos a escola Rui Barbosa premiada a nível nacional. Ela é Escola Militar? Não era. Não sou contra a Escola Militar, mas não concordo vir aqui e dar uma pancada nas outras escolas que ensinaram nossos filhos até hoje, de uma forma que parece que não valeu nada”, defende.
Para o vereador, a Escola Militar vem para aprimorar, mas não se deve desfazer das demais escolas públicas do município. “É preciso respeitar os profissionais que tanto trabalharam pelo ensino na cidade”, solidariza.
Entrega de trator - Sobre a entrega de um trator para a Agricultura Familiar na comunidade Jacaminho, na região da Pista do Cabeça, no início do mês de março, o parlamentar diz que ficou indignado porque, apesar do trator ser destinado pelo governo federal, ninguém na cerimônia citou o nome do presidente Lula. E nem que o trator é do Governo Federal.
Ele observa que os recursos enviados pelo ministro e senador Carlos Fávaro ao município, são do Governo Federal. “O trator é do Governo Federal, o senador Carlos Fávaro é Lula, Flavinha é Lula. O dinheiro é do governo Federal e tem que ter coragem de falar. É fácil tirar fotos na entrega, mas precisa ser falado de quem é o recurso”, ressalta Bernardo.
O vereador cita que conseguiu emenda com o deputado estadual Nininho e que fica feliz em agradecer e divulgar. “O Nininho é Bolsonaro, assim como o Mauro Mendes, mas fico feliz em divulgar. É a população que será atendida. Eu não sou covarde e falo o que deve ser falado”, protesta.











