José Vieira/ Mato Grosso do Norte
O Transporte Escolar foi um dos principais temas discutido na sessão de segunda-feira, 2, na abertura dos trabalhos da Câmara Municipal de Alta Floresta de 2026.
Os vereadores Bernardo Patrício e professor Nilson, ambos do MDB, cobraram o atendimento a todos os alunos das redes estadual e municipal de Educação com o Transporte Escolar.
Professor Nilson explicou que há uma Resolução do Governo Federal, que assegura esse direito ao aluno que mora em áreas rurais que estão em territórios divisórios com a cidade.
As Escolas, localizadas nestas áreas, egundo ele, recebem estes alunos e é um direito destes estudantes o Transporte Escolar.
“É uma lei do governo federal. Um direito doaluno. Desde que ele seja da zona rural, tem este direito. É uma obrigatoriedade o transportá-los”, disse Nilson.
Todavia, o vereador Bernardo citou que a Secretária Municipal de Educação, Lucinéia Martins, se referindo aos alunos do bairro Jardim Panorama que estudam na Escola Marinês, tem que ir para o bairro Jardim Universitário.
“Ela me disse que, desde 2022, já havia um trabalho para não trazer os alunos da comunidade Monte Santo ao Marinês. Estou sendo cobrado pelos moradores, que tenho que resolver para trazer os alunos para a Escola Marines. Mas a Secretária diz que os alunos do Panorama, tem que ir ao bairro Universitário”, disse Bernardo.
Já o vereador Nilson, assegura que desconhece a lei de 2022, que proibiu o transporte. “Se proibiu, proibiu equivocadamente e sem direito legal!”, rebate.
Segundo os vereadores, há alunos que não foram transportados e outros que foram deixados em pontos fora da rota de suas escolas nesta segunda-feira.
Estradas - Um dos problemas que dificultado o transporte de alunos [assim como o transporte da produção e tráfego dos moradores] é a precariedade das estradas de acesso as comunidades rurais.
Bernardo enfatizou que se fosse feito um serviço de qualidade nas estradas, com cascalhamento, no período de seca, agora não estariam havendo os problemas que estão sendo reclamados pela população.
O parlamentar cobrou do Secretários de Obras, Roberto Patel, a aplicação de um convênio de R$ 16 milhões feito com o Governo Federal, através do senador Carlos Fávaro, ministro da Agricultura.
“O que está sendo feito com estes recursos? Vou fazer um Requerimento ao Executivo e cobrar que o secretário traga para a Câmara quais os trabalhos que seria custeado com esse R$ 16 milhões”, aponta Bernardo.








