Cezar Mário Dalla Riva
Namoro é um ato normal, quando duas pessoas de sexos diferentes se sentem atraídas, e iniciam um “namoro”, que depois de ter sido apenas um “caso” passa a ser uma convivência.
Esse é um tipo de relacionamento que seguidamente presenciamos. No entanto a convivência assim constituída, simplesmente por uma atração, sem uma base sólida, com o tempo vai definhando e tanto um quanto o outro, começam a sentir no seu íntimo, que aquela união está esgotando qualquer sentimento. E o melhor seria a dissolução, segundo a parecer da mulher.
1 – Sexo fraco
Baseado unicamente em força muscular é que pode ser distinguido como fraco é o sexo das mulheres.
Lamentavelmente há homens (machos) que aproveitam essa diferença física para atacar mulheres que, por sua própria natureza, não tem condições para um enfrentamento, passando por humilhações, sendo agredidas física ou moralmente, levando para sempre as consequências, que deixam marcas psicológicas no seu íntimo.
O agressor não se contentando, chega a um paroxismo incontrolável, que culmina com o assassinato
2 – Sexo forte – (o machão)
Desorientações de caráter psíquico, que nunca foram tratadas como um desiquilíbrio a ser sanado, modificam a personalidade de alguns homens, fazendo que se sintam superiores, alardeando a sua masculinidade, formando o dito sexo forte e, por isso, consideram-se superiores às mulheres.
No caso, o homem sente-se “chutado” daquela união, tornando-se agressivo, raivoso descontrolado emocionalmente, buscando vingar-se daquele tratamento.
Com a futura ex, inicia uma discussão que vai aumentando no calor da contenda, finalizando normalmente com agressão física. O agressor não se contentando, chega a um paroxismo incontrolável, que culmina com o assassinato da ex.
Casos assim não são uma raridade, pois seguidamente a mídia televisiva noticia acontecimentos dessa natureza. O que fazer para não se tornar mais uma de tantas vítimas?
Buscar informações com os amigos do “namorado”, procurando saber do seu comportamento social, até mesmo com seus familiares, para conhecer seus hábitos de convivência.
O certo é que toso o cuidado nunca é demais. Previna-se, pois o descuido pode torna -se um perigo à vista.
Cezar Mário Dalla Riva é bacharel em direito e morador de Alta Floresta








