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Política Quarta-feira, 03 de Julho de 2019, 00:00 - A | A

03 de Julho de 2019, 00h:00 - A | A

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Fiemt divulga nota e rebate críticas do governador



Reportagem
Mato Grosso do Norte

Diretoria da Fiemt divulgou nota lamentando os ataques do governador Mauro Mendes (DEM) direcionados ao presidente da entidade Gustavo Oliveira. Em reação às críticas ao projeto de lei que reinstitui os incentivos fiscais, enviado à Assembleia.
Na nota, a Fiemt lamenta a personificação da discussão dos incentivos fiscais feita pelo governador. E que os posicionamentos públicos de Gustavo refletem o entendimento dos 64 membros da diretoria da Fiemt, que representa 38 sindicatos empresariais da indústria.
“Não podemos perder o foco do que precisa ser debatido, que é o futuro do desenvolvimento de Mato Grosso, o apoio à industrialização, à geração de empregos e ao crescimento econômico. Qualquer coisa fora disso não contribui para o processo”, diz a nota da Fiemt.
Na audiência pública realizada nesta segunda-feira na Assembleia Legislativa, Gustavo afirmou que o PLC 53/2019, que reinstitui os incentivos fiscais vai gerar desemprego e fechamento de empresas no Estado. O governador Mauro Mendes (DEM) reagiu às declarações do presidente da Fiemt. Nesta terça-feira, 2, o governador disse que Oliveira fez parte da gestão do ex-governador Pedro Taques (PSDB) e deixou o Estado “totalmente quebrado”. Ele foi secretário de Estado de Fazenda.

"Desemprego, eles entendem bem, porque nesses últimos quatro anos que ele fez parte do Governo Taques, quase 22 mil empresas fecharam as portas em Mato Grosso. Desemprego aconteceu em Mato Grosso e muitas empresas ligadas ao Prodeic, que eles não souberam gerenciar. O Governo que ele participou durante três anos, e que nós sucedemos, deixou um rastro terrível para trás”, disse.

Veja a integra da nota divulgada pela Fiemt
A diretoria da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt) lamenta a personificação dada pelo governador Mauro Mendes à discussão sobre os incentivos fiscais, demonstrada em comentários pessoais direcionados ao atual presidente desta casa, Gustavo de Oliveira. 
Os posicionamentos públicos do presidente da Fiemt refletem o entendimento dos 64 membros da diretoria da entidade, que representa 38 sindicatos empresariais da indústria e que já foi presidida pelo atual governador. 
Não podemos perder o foco do que precisa ser debatido, que é o futuro do desenvolvimento de Mato Grosso, o apoio à industrialização, à geração de empregos e ao crescimento econômico. Qualquer coisa fora disso não contribui para o processo.
FIEMT | Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso

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